Um estudo defende que o processo de resíntese glicogénia poderia acelerar-se pela ingestão simultânea de hidratos de carbono-proteína ou hidratos de carbono -aminoácidos, podendo ser uma boa opção tomar 30 minutos após terminar o exercício físico. Determina-se também que o consumo de proteínas é necessário ao desportista mas não deve representar mais de 15-20% do consmo calórico diário total, já que quando se ultapassa este limiar a proteína perde o seu efeito anabólico. Assim, se o desportista tiver como objectivo aumentar a massa muscular, deveria aumentar-se o aporte calórico total de forma equilibrada e não procedente unicamente de proteínas.
sábado, 6 de agosto de 2011
sábado, 16 de julho de 2011
RISCOS PARA OS QUE FAZEM COMPETIÇÃO DESDE TENRAS IDADES
Na competição, as crianças e adolescentes vivem entre conflitos de interesses, pois as modalidades iniciam-se cada vez mais precocemente, com cargas de treino muito intensivas, que " pôem à prova " a capacidade de adaptação do organismo. Os desportos de elevada competição comportam elevados riscos e os jovens e as familias devem conhecê-los. É um dever ético dos profissionais de saúde, dos treinadores e de todos os profissionais do desporto chamar a atenção para esse facto, identificar os factores de risco e minimizá-los, pois se, por um lado, é fundamental que se pratique desporto e actividade física de forma regular, por outro, urge respeitar os limites do organismo. Julgo que os treinadores de jovens devem ter uma formação científica de base e conhecimentos sólidos sobre as metodologias de treino a adoptar durante o período de crescimento dos adolescentes, o que pode comprometer a sua saúde.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
O TERMO CALORIA...O QUE SÃO?
O termo caloria vem do calor, ou seja, é uma medida de temperatura, ou mais concretamente de energia dissipada sob a forma de calor, ou energia necessária para tal. Na realidade, uma caloria é a energia necessára para aquecer uma grama de água em 1ºC. Estás a imaginar os milhões de calorias que precisas para conseguir manter a temperatura no teu corpo.Vulgarmente designamos por calorias aquilo que são na verdade quilocalorias, ou seja, a energia necessária para aquecer um quilo de água em 1ºC. Na rotulagem aparece Kcal.
A TÉCNICA CORRECTA PARA O MOVIMENTO DE SUPINO
A execução correcta envolve técnica e segurança na execução do movimento. Assim, e para evitar problemas do ombro e as rupturas musculares do grande e pequeno peitoral, aqui vão umas dicas adicionais de extrema importância. Não devemos baixar a barra até ao nível do peito para que não aumentemos de forma exagerada stress na cápsula articular do ombro com potenciais riscos de lesão. Para obtermos a melhor relação risco-benefício, devemos, sem qualquer carga, em posição supina, com os cotovelos a 90º, deixar cair os braços de forma passiva. 2 cm acima do ponto em que o cotovelo caiu de forma passiva corresponde ao nosso limite de segurança em que minimizamos o risco de lesão no ombro e optimizamos o trabalho muscular.
terça-feira, 14 de junho de 2011
ESTUDOS ADICIONAIS SOBRE A ESPECIFICIDADE DO TREINO
A transferibilidade é o inverso da especificidade do treinamento. É de considerável interesse para qualquer um que deva prescrever programas de exercício saber em que extensão o treinamento adquirido sob um conjunto de circunstâncias se transfere ao desempenho debaixo de outro conjunto de circunstâncias. O axioma de DeLorne afirma que " exercícios de alta potência (alta força), baixa repetição, edificam força; exercícios de de baixa potência, alta repetição, edificam resistência " e que " cada um destes tipos de exercícios é inteiramente distinto e inteiramente incapaz de produzir os resultados obtidos com o outro".
FADIGA MUSCULAR
A fadiga é um declínio no desempenho à actividade anterior. Em pelos menos duas circunstâncias esse limite biológico existe. Um é a capacidade aeróbica máxima. Conforme definida, ele é a taxa de consumo de oxigénio (VO2), que aumenta apesar do trabalho externo. Uma outra situação na qual um bom limite fisiológico de fadiga pode ser determinado é aquela na qual o indivíduo exerce uma contração isométrica máxima e a actividade eléctrica no músculo é medida.
terça-feira, 7 de junho de 2011
MECANISMOS ENVOLVIDOS NA DOR MUSCULAR TARDIA
A dor manifesta-se no período entre as 24 e as 72 horas, após a actividade física. As primeiras teorias propuseram o dano fisíco causado pelo aumento da tensão no aparelho contráctil na fase excêntrica do exercício com carga, a acumulação dos produtos metabólicos, dano estrutural dos tecidos, causado pelo aumento da temperatura muscular e controle neuromuscular alterado como os possíveis factores envolvidos na etiologia da dor. A contracção excêntrica é o padrão de acção muscular que provoca maior dano à estrutura esquelética, tanto em seres humanos como em animais. Em decorrência disso, a intensidade da dor muscular proveniente de contrações excêntricas também é maior. Durante estas contrações, a quantidade de força desenvolvida é, aproximadamente, duas vezes superior à força desenvolvida durante contrações isométricas; no entanto, o número total de pontes cruzadas activas é somente 10% maior, resultando numa tensão elevada na estrutura muscular o num exercício de alta intensidade. Sabe-se, também, que durante as contrações excêntricas um número reduzido de unidades motoras é recrutado, quando comparado às contrações concêntricas, o que implica um stress mecânico elevado na fibra muscular, uma vez que a tensão por área de secção de corte transversal é maior. Este dano pode ocorrer nos mais diversos componentes celulares como o sarcolema, os túbulos transversos (túbulos T), as miofibrilas ou a estrutura citoesquelética.
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